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Terapia Celular

A terapia celular aproveita esta ferramenta que a natureza criou para repor células mortas no organismo: a célula-tronco. Todos os tecidos têm estas células, com a função de manter a integridade e saúde ao longo dos anos de vida do organismo.

Acredita-se que pequenas lesões nos tecidos ocorram frequentemente, devido por exemplo a um processo inflamatório, ao corte do suprimento sanguíneo causado por acidente vascular, ou a um trauma. Estas lesões são reparadas por células-tronco em um processo natural. Entretanto, quando as lesões são mais extensas ou quando são crônicas, mantendo-se ativas durante um longo tempo, as células-tronco não são capazes de corrigi-las e a doença se estabelece. Nestes casos, a terapia celular visa amplificar este mecanismo natural de correção, concentrando as células-tronco no local da lesão para que possam agir mais eficientemente.

 As células mais apropriadas para este tipo de procedimento são as células-tronco mesenquimais. Elas podem ser obtidas de vários tecidos, mas os mais utilizados são a medula óssea e, principalmente na Medicina Veterinária, o tecido adiposo. O processo como um todo envolve assim a coleta das células-tronco, seguida ou não de sua expansão por cultivo no laboratório, e administração ao paciente. Quando não é possível injetar as células no local da lesão em si, elas são administradas por via endovenosa, pois receptores de membrana permitem que elas migrem até a lesão para realizar o reparo.

 O mecanismo responsável pela regeneração envolve a secreção de fatores que desencadeiam processos reparadores, por exemplo inibindo morte celular, inflamação e cicatrização e estimulando a formação de novos vasos sanguíneos.

 Apesar de que em seres humanos os procedimentos terapêuticos com células-tronco encontram-se ainda em estágio de experimentação, na Medicina Veterinária o grande número de animais tratados permite que sejam considerados estabelecidos para alguns tipos de patologias. Entre estas, salientam-se lesões ósseas, tendíneas e articulares. As células-tronco estão também sendo estudadas para muitos outros tipos de doenças, como sequelas de cinomose ou insuficiência renal, com resultados muito positivos.

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