Com a Ajuda da Ciência – Coluna Campo Aberto ZH

O trabalho de pesquisas com as células-tronco levou de volta às pistas Barak, cavalo de raça Puro Sangue Inglês (PSI). O animal foi submetido a um tratamento após sofrer um acidente que provocou uma lesão em um dos tendões, que o impedia de exercer atividades habituais. O cavalo pôde voltar após 180 dias de tratamento.

– O veterinário injetou as células-tronco e o tendão se regenerou, voltou  ao original. Cerca de 60% dos cavalos que apresentam lesões articulares e 77% dos que tinham leões de ligamento ou tendão, e foram tratados com a terapia celular se curaram totalmente -explica Nance Nardi, diretora científica da Cellvet Medicina Regenerativa.

A empresa é uma das quatro no país a utilizar essa modalidade de tratamento. Tem um banco de células-tronco para cães, gatos e equinos. A maior procura é para o amigo do homem, em seguida pelos equinos e gatos.

PORTO ALEGRE TEM BANCO DE CÉLULAS-TRONCO PARA TRATAMENTO DE CÃES, GATOS E EQUINOS

CellVet Medicina Veterinária Regenerativa mantém banco de células-tronco para tratamento de cães, gatos e equinos

Porto Alegre é a segunda capital do Brasil a ter um banco de células-tronco para tratamento de pets. A CellVet Medicina Veterinária Regenerativa mantém um banco de células-tronco para tratamento de gatos, cachorros e cavalos. O material é coletado pela empresa, que o mantem preservado para disponibilizar para uso em procedimentos veterinários.

O banco de células-tronco de cães e gatos da CellVet é montado a partir de tecido adiposo de animais submetidos a cirurgia dee castração, com consentimento dos proprietários. “Durante a cirurgia, uma pequena quantidade de tecido adiposo é coletada e processada para isolamento da fração que contém as células-tronco”, explica a doutora em imunologia e diretora científica da CellVet, Nance Nardi.

De acordo com Nance, esta fração é cultivada durante duas ou três semanas, dando origem a células-tronco purificadas. Este material é analisado, para  certificação de esterilidade e da presença de todas as características  das células-tronco. Após esse procedimento, elas são congeladas para uso posterior.

Quando necessárias para um procedimento veterinário, as células são descongeladas, cultivadas durante um breve período para restabelecer as condições de vitalidade, e encaminhadas para tratamento do paciente.

Do pedido feito à CellVet ao envio do material, leva-se cerca de 3 a 4 dias.

Pesquisa em parceria com o Hospital Veterinário da ULBRA mostra eficiência das células-tronco na ceratoconjuntivite seca em cães

A ceratoconjuntivite seca (CCS) é uma enfermidade comum no cão, definida geralmente como uma diminuição da produção de lágrimas. Não tem cura, e o tratamento convencional é o uso diário de colírio. Neste projeto, que constituiu a monografia para obtenção do Título de Especialista em Residência Médica Veterinária da veterinária Iasmine Biz Mottin na ULBRA, seis cães com CCS foram tratados com células-tronco do Banco de Células da CellVet. Em 3 deles, as células foram pingadas nos olhos, como um colírio, e em outros 3 elas foram injetadas na região periglandular. Os resultados mostraram que em cães mais idosos (mais de 10 anos) ou com a doença mais grave (nenhuma produção de lágrima) o tratamento não induziu melhoras, mas em cães mais jovens com CCS diagnosticada, tanto a injeção como o colírio de células-tronco devolveram a normalidade aos olhos. Mesmo 6 meses após o tratamento, os animais mantêm a produção normal de lágrima, sem necessidade de uso do colírio.

Publicação da CellMed recebe destaque internacional

Um artigo científico publicado pela Diretora Científica da CellVet, Dra. Nance Nardi, juntamente com outros membros da equipe, recebeu destaque especial da renomada revista científica norte-americana Stem Cells and Development. O artigo, publicado no mês de abril de 2015, foi divulgado pela revista na lista de “Featured Articles”, tendo ainda sendo disponibilizado como “open access”, situação reservada para os artigos que a revista considera serem de maior interesse para os pesquisadores. A revista é classificada como Qualis A1, maior estrato no Qualis/CAPES.

Intitulado “Adipose-Derived Stem Cells in Veterinary Medicine: Characterization and Therapeutic Applications”, o artigo revisa de modo abrangente a utilização de células-tronco do tecido adiposo em cães, gatos e equinos. As experiências feitas em animais demonstram que o uso de células-tronco melhora o tratamento de lesões, mas que é necessário aumentar o número de estudos na área, para ampliar a utilização da terapia celular.

Terapia com células-tronco isoladas pela CellVet apresentada na XIV Conferência Anual da ABRAVEQ

João Pedro Pfeifer, aluno do curso de Medicina Veterinária da UFPel e orientado pelo Prof. Dr. Charles Martins, apresentou na XIV Conferência Anual da ABRAVEQ o trabalho “Terapia com células-tronco heterólogas derivadas de tecido adiposo para o tratamento de equinos com laminite crônica após tenotomia – resultados preliminares”. O trabalho resulta de projeto de pesquisa com participação da CellVet, através do fornecimento das células-tronco adiposo-derivadas. Apesar de estar em fase inicial, o tratamento perfusional e coronário infiltrativo com as células-tronco, associado à tenotomia do tendão flexor digital profundo, resultou em (1) ausência de reações locais e circulatórias às regiões infusionadas, (2) redução do quadro álgico, e (3) e melhora a perfusão tecidual laminar.

CellVet recebe prêmio do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV) concedeu à CellVet o Prêmio Destaque Medicina Veterinária 2013 na categoria Pesquisa. O prêmio foi entregue à Diretora Clínica, Dra. Luisa Macedo Braga e à Diretora de Tecnologia e Desenvolvimento, Dra. Melissa Camassola, no dia 30 de agosto durante cerimônia realizada na Expointer.

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