Campanha na capital gaúcha quer estimular conscientização sobre cuidados com animais

Hashtag #BichoAmigo convida público que possui PETs a participar de concurso cultural promovido pela CellVet. As inscrições foram prorrogadas até 30/11

Os bichinhos têm um espaço mais do que especial na vida de seus donos. No Brasil, a estimativa é de que 76% das pessoas tenham pelo menos um animal de estimação. Para aproximar ainda mais os apaixonados pelos animais da medicina veterinária – e todos os benefícios que ela pode trazer ao seu PET − a CellVet está prorrogando o período de inscrições da Concurso Cultural #BichoAmigo, uma ação interativa e divertida, para o dia 30 de novembro. O resultado será anunciado ao final deste ano, na 2ª quinzena de dezembro.

Incentivar as conversas e os cuidados necessários para o trato correto dos animais é o objetivo principal da iniciativa #BichoAmigo. De acordo com a organização da campanha, defender os animais, descobrindo modos de utilizar a ciência para buscar a cura das doenças, é uma das maneiras mais efetivas de proteger os inestimáveis companheirinhos diários.

Para participar, basta enviar uma foto e uma mini-história de até 300 palavras, contando o episódio de amizade mais emocionante entre você e seu #BichoAmigo, para o e-mail bichoamigo@cellvet.com.br.Todos os participantes poderão ter suas fotos e histórias divulgadas nas mídias sociais da CellVet, e os vencedores irão ganhar um vídeo personalizado com seu bichinho.

A CellVet – Medicina Veterinária Regenerativa fez de Porto Alegre a segunda capital brasileira a possuir um banco de células-tronco para tratar diversas enfermidades que atingem os animais. Desde 2010, trabalha com a terapia celular, que já curou mais de 20 mil animais em todo o mundo, em sua maioria PETs e equinos. “A CellVet quer reforçar na comunidade gaúcha a importância dos cuidados com os animais. Por isso, pensamos em uma campanha que informe e interaja trazendo à tona o que todos nós temos em comum: o amor pelos animais”, diz Nance Nardi, apaixonada por bichos, bióloga, doutora em imunologia e diretora científica da CellVet.

A participação é gratuita e limitada a uma inscrição por pessoa. Mais informações sobre a Campanha #BichoAmigo é só acessar o site da CellVet (http://www.cellvet.com.br/) e conferir o regulamento, ou ligar para 3346-4642.

Sugestão de Tags:

#BichoAmigo ,
#ConcursoCulturalBichoAmigo ,
#CellVet ,
#PETsDoCoração ,
#MedicinaRegenerativaAnimal ,
#CuidadosComOsAnimais ,

 

Estudo gratuito recebe animais voluntários com sequelas neurológicas de cinomose

Os animais que têm sequelas neurológicas de cinomose, com perda parcial da motricidade ou paralisia e sofrem de dor profunda, podem participar de estudo clínico gratuito feito em parceria ente CellVet e ULBRA.  O objetivo é investigar a eficácia da utilização das células-tronco no tratamento da doença…

O estudo clínico realizado em parceria entre a CellVet-Medicina Veterinária Regenerativa e o Hospital Veterinário da ULBRA, quer avaliar o possível benefício da terapia celular no tratamento de animais com sequela neurológica de cinomose. Aquele que for participar do estudo deve ter tido os primeiros sintomas das sequelas há, no máximo, seis meses e não possuir o vírus da doença ativo.  O tratamento, sem custo para o proprietário, será realizado em Canoas.

A cinomose com sequela neurológica é uma doença viral altamente contagiosa, neuro-degenerativa. Comum em cães, é considerada uma das principais causas de morte. A cinomose têm várias formas de sequelas, na neurológica os principais sintomas são tremores, diminuição dos reflexos, andar em círculos, espasmos e paralisia.

Por não haver tratamentos e remédios específicos para estas sequelas, a busca da cura se torna ainda mais complexa. O tratamento geralmente é de suporte, mas quando o diagnóstico é precoce, as chances de obter alguma recuperação aumentam.

Para participar do estudo, o animal deve ter sido diagnosticado previamente por um veterinário. Os interessados devem entrar em contato com a CellVet, pelo emailestudoclinico@cellvet.com.br, ou pelo telefone (51) 31095223.

Estudo clínico gratuito recebe cães voluntários com displasia coxofemoral

Seu cão manca, tem dores para caminhar e sofre com displasia coxofemoral? Saiba que ele pode participar do estudo clínico gratuito feito em parceria ente CellVet e ULBRA, com apoio do Tecnova RS. O objetivo é investigar a eficácia da utilização das células-tronco combinadas com biomateriais no tratamento desta doença…

O estudo clínico realizado em parceria entre a CellVet-Medicina Veterinária Regenerativa e o Hospital Veterinário da ULBRA, quer avaliar o benefício da terapia com células-tronco combinadas a biomateriais no tratamento da displasia coxofemoral. Os cães que forem participar do estudo devem ter no máximo 6 anos de idade, não ter realizado cirurgia para a doença e nenhum outro tratamento nos últimos dois meses. A displasia coxofemoral deve ter sido diagnosticada por um veterinário. O tratamento, sem custo para o proprietário, será realizado em Canoas.

A displasia coxofemoral é uma enfermidade ortopédica hereditária comum em cães. Os portadores da doença mancam devido a problemas na articulação coxofemoral, que é a inserção do membro traseiro na cintura pélvica. Dos 4 aos 7 meses de vida o animal portador da doença já pode começar a sofrer com os primeiros sintomas. O cão começa a mancar e sente dores para andar. E é por causa desta dificuldade para caminhar que o animal pode parar de mexer a articulação, causando até atrofia do músculo. É importante saber que nem todos os animais que mancam têm displasia coxofemoral e a melhor maneira de averiguar se o cão é de fato portador desta doença é consultando um veterinário, que irá realizar os devidos exames de investigação.

Os interessados em participar do estudo devem entrar em contato com a CellVet, pelo email estudoclinico@cellvet.com.br, ou pelo telefone (51) 31095223.

Os gatos têm a terapia celular como aliada para tratar doenças como insuficiência renal

O tratamento com células-tronco já é reconhecido na recuperação de várias doenças que atingem os felinos, como doenças articulares, ósseas, tendíneas e ligamentares. A insuficiência renal, que afeta cerca de 60% dos felinos acima de 7 anos, pode também se beneficiar com a terapia…

Segundo o IBGE, o gato é o segundo animal preferido pelos brasileiros. A população de gatos em lares brasileiros foi estimada em 22,1 milhões, o que representa a média alta de aproximadamente 1,9 gato por domicílio.

O PET já virou membro da família e é por isso que os cuidados com eles nunca são demais. Mas e quando o gato adoece? Para algumas enfermidades que atingem os felinos, como problemas ósseos, musculares, doenças como displasia coxofemoral, insuficiência renal, aplasia de medula, lesões na coluna e até mesmo para problemas oftalmológicos, a terapia com células-tronco, que tem baixo custo, pode ser uma alternativa de grande eficácia. Devolver a alegria de viver aos nossos bichinhos não tem preço e é por isso que saber no que consiste a terapia celular é tão importante para que o tratamento se popularize e possa recuperar cada vez mais gatinhos.

O efeito benéfico das células-tronco é bem conhecido para doenças articulares, ósseas, tendíneas e ligamentares. O número de animais tratados no mundo todo para estas doenças mostra que a terapia celular pode curar. Para muitas outras doenças, como a insuficiência renal, a utilização das células-tronco no processo de cura do animai ainda está em estudo. Para a bióloga, doutora em imunologia e diretora da CellVet- Medicina Veterinária Regenerativa, Nance Nardi, os resultados mostram que as células podem sim auxiliar na recuperação, mas não se pode fornecer ainda um prognóstico exato. “Na insuficiência renal tratada com terapia celular em gatos, podemos observar uma melhora na qualidade de vida do paciente, mas há variações devido a características individuais de cada animal”, diz Nance.

Os gatos domésticos, que têm uma vida média de 15 anos, ao atingirem a meia idade geralmente têm problemas renais, muito comuns neste tipo de animal. Nos felinos, a insuficiência renal possui sintomas como cansaço, perda de apetite, vômitos e diarreia. Segundo a especialista Nance Nardi, esta é uma das doenças para as quais a terapia celular tem sido estudada e indicada como opção de tratamento.

E como funciona o tratamento? As células-tronco são derivadas do tecido adiposo do próprio animal, ou obtidas a partir do Banco de Células da empresa, após cultivo e expansão. São então injetadas na área lesionada ou, no caso de insuficiência renal, por via endovenosa, para que migrem e regenerem o tecido danificado. O tratamento é indolor e rapidamente já se percebe uma melhora no PET, além de também ser natural, já que utiliza células programadas pelo próprio corpo para curar as áreas lesionadas.

A CellVet, que fez de Porto Alegre a segunda capital brasileira a possuir um banco de células-tronco, fornece células para uso de veterinários credenciados. Na sede, mantém um banco de células-tronco congeladas para uso em diferentes enfermidades.

Tratamento com células-tronco é efetivo na cura de osteoartrite, tendinite e lesões em equinos

Osteoartrite, tendinite e lesões ósseas ou musculares, resultantes muitas vezes da prática de atividades físicas de alta performance pelos equinos, já possuem, no tratamento celular, opção mais rápida e efetiva de cura do que via tratamentos convencionais com base em remédios…

Após a aplicação das células-tronco, tratamento celular já amplamente utilizado há mais de dez anos, a maioria dos equinos portadores de osteoartrite, tendinite ou lesões ósseas apresenta notável recuperação. O diferencial da terapia celular é que ela não possui efeitos colaterais e é de rápida efetividade.

A osteoartrite, que é uma das principais doenças que afetam o sistema locomotor dos equinos, principalmente em animais de competição, tem sintomas como dores fortes nas articulações, rigidez, inchaço da articulação, derrames e inflamação local em graus variáveis. A doença geralmente afeta animais adultos e causa tanto lesões ósseas quanto cartilaginosas. São principalmente os equinos atletas que sofrem com osteoartrites e lesões, resultantes da prática de atividades de alta performance. A terapia celular age de maneira a regenerar o tecido cartilaginoso do animal, de forma a recuperar a lesão e dar a ele a possibilidade de seguir com suas atividades normais tal qual antes de detectado o trauma. O objetivo da terapia celular direcionada aos animais que possuem osteoartrite ou alguma outra lesão óssea ou articular inclui alívio no desconforto, prevenção ou retardo do desenvolvimento de novas alterações degenerativas e restauração das articulações afetadas até o funcionamento mais normal ou indolor possível.

A CellVet-Medicina Veterinária Regenerativa tem o banco de células-tronco que fez de Porto Alegre a segunda capital brasileira a possuir um banco de distribuição deste tipo de célula. Segundo a bióloga, doutora em imunologia e diretora da CellVet, Nance Nardi, muitos donos de animais desconhecem o tratamento com as células-tronco, que além de inovador tem baixo custo e altos índices de êxito depois de aplicadas as primeiras doses. “O tratamento celular pode resultar na cura total do paciente, permitindo não apenas o alívio da dor, mas a volta da capacidade funcional integral do animal”, diz a especialista.

Outra doença que atinge os equinos é a tendinite, que é uma lesão músculo-esquelética, com processo inflamatório do tendão. A doença é comum em cavalos de corrida, nos membros posteriores, devido ao esforço necessário. A tendinite tem como principais sintomas o aumento de volume na região dos tendões flexores, sensibilidade dolorosa e temperatura aumentada na região do tendão acometido. A tendinite atinge aproximadamente 30% da população de equinos do Brasil e também pode ser totalmente curada pela terapia com células-tronco.

Exemplo do êxito do tratamento com células-tronco para a cura de doenças tendíneas em equinos é Barak, cavalo da raça PSI – Puro Sangue Inglês -, que voltou a competir no hipismo após 180 dias de tratamento.  Com aplicações de injeções de células-tronco coletadas do próprio tecido adiposo (gordura) de sua região lombar, o cavalo se recuperou totalmente. A lesão surgiu quando Barak bateu os membros anteriores em um dos obstáculos durante uma prova. O diagnóstico foi tendinite aguda, com rompimento parcial de um dos tendões.

A terapia celular é indicada para a cura de todas aquelas doenças relacionadas às lesões músculo-esqueléticas nos equinos. Além disso, é reconhecidamente natural já que as células-tronco possuem a capacidade de regenerar a função de tecidos e de outros componentes do organismo, ou seja, a terapia utiliza o próprio corpo do animal para recuperar as áreas lesionadas. “A terapia com células-tronco é também um tratamento sem riscos, que quanto mais for divulgado e entendido pela população, mais será adotado pelos donos dos animais”, fala Nance Nardi.

Os donos dos animais também devem saber que os valores do tratamento não são altos. Para os equinos, o valor da primeira dose de células-tronco custa em torno de R$ 1.200,00, e quando necessário, as seguintes ficam no valor de R$ 700,00. A CellVet realiza a terapia com células-tronco desde 2010 e, no mundo, a estimativa é de que o tratamento celular já tenha curado mais de 20 mil animais e de que esse número siga crescendo.

Especialista brasileira em células-tronco para pets e equinos participa de Congresso na Bulgária

A bióloga gaúcha, doutora em imunologia e diretora da CellVet – Medicina Regenerativa, Nance Nardi, estará presente em um dos maiores congressos de ciência e tecnologia do mundo para buscar novas parcerias científicas para o Brasil para auxiliar no tratamento com células-tronco em animais.

O Internacional Scientific Events – material, métodos e tecnologias , que há mais de vinte anos reúne pesquisadores, cientistas e interessados em discutir ciência e tecnologia, ocorre entre os dias 23 e 27 de junho, em Elenite Holiday Village, no leste da Bulgária.

Segundo a especialista, os congressos internacionais são importantes pois reúnem diversas perspectivas e ideias de pessoas do mundo todo. “10.064 kilômetros separam a Bulgária do Brasil mas o conhecimento, unificado na língua comum que ainda é o inglês, diminui a distância e amplia os universos da pesquisa e do conhecimento”, afirma Nance.

Como proteger os nossos PETS deste inverno?

Manter os animais vacinados, aquecidos e secos durante o mês mais frio do ano são regras fundamentais para evitar doenças desconfortáveis e comuns, como as respiratórias…

O inverno é a estação do ano que mais contribui para o adoecimento das pessoas e, com os animais, não é diferente. A veterinária Luiza Maria Braga e a doutora em imunologia e diretora da CellVet, clínica especializada em medicina veterinária regenerativa, Nance Nardi, falam sobre o assunto e reúnem as principais dicas para manter os animais protegidos e saudáveis durante os dias de frio.

A primeira orientação é conferir se os animais domésticos estão devidamente vacinados. O sistema imunológico dos animais, tal qual o do ser humano, perde força e enfraquece durante os dias frios, propiciando que o organismo fique mais hábil a pegar doenças como traqueobronquite, a famosa tosse de cachorro. “É verdade que a tosse canina pode ocorrer durante todas as outras estações do ano, mas é no inverno que ela tem maior incidência, já que os animais ficam muito mais sensíveis devido a exposição ao frio e à umidade”, diz a veterinária Luiza Maria Braga. Segundo a especialista, a melhor maneira de garantir que o animal ficará protegido das doenças altamente contagiosas do inverno é através da vacinação.

Outra dica é diminuir a frequência dos passeios ao ar livre, principalmente em horários muito frios. Segundo a doutora em imunologia, Nance Nardi, as voltinhas na quadra ou fora de casa podem ser perigosas pois contribuem na diminuição da resistência. “Os passeios podem causar um choque térmico no PET. O indicado é que, no inverno, a frequência dos passeios ao ar livre seja reduzida, de maneira a proteger os animais do frio em ambiente externo”, fala Nance.

A terceira dica é aumentar a quantidade de comida nos potinhos dos animais. No inverno, o gasto calórico dos bichinhos aumenta em quase 30% e por isso é preciso dar a eles maior quantidade de ração, para que eles não fiquem desnutridos e fracos. Para a veterinária Luiza Maria Braga, é comum que os animais comam mais durante o inverno e os donos devem ficar atentos para que eles sempre tenham comida à disposição para quando acharem necessário comer mais.

Manter os animais quentinhos e confortáveis também é importante para que eles não se vejam expostos ao frio e a umidade. “Os PETS gostam muito do conforto de um ambiente seguro, longe de correntes de vento e friagem. Dar-lhes um cobertor ou forrar o chão se o animal dorme do lado externo da casa é uma boa dica para mantê-los em segurança”, diz a especialista Nance Nardi. O papelão, quando posto embaixo da casinha do animal, servirá de isolante térmico, protegendo-o do chão úmido e gelado.

A sexta dica é sobre as roupas, que durante o inverno são boas opções para manter os PETS quentinhos e charmosos. É importante, porém, certificar-se de que as roupas sejam confortáveis, para não causarem incômodo aos animais. O uso de roupas, mais indicado aos animais pequenos e de pelo curto, é essencial para reforçar a proteção durante os passeios no frio ou o período em que o animal ficar do lado externo da casa.

Se o dono evitar os passeios nos horários mais frios do dia e seguir todas estas dicas, a probabilidade de que o seu PET adoeça neste inverno vai diminuir bastante. Garantir a felicidade dos bichinhos é muito importante e o primeiro passo é pensar em sua segurança, proteção e conforto.

Tratamento indolor e de baixo custo tem eficiência comprovada na cura de doenças que atingem PETS e equinos

Inúmeras doenças como cinomose, lesões tendíneas ou ósseas e complicações renais, já foram comprovadamente curadas pelo tratamento com células-tronco. Porto Alegre é a segunda capital brasileira a ter um banco de células-tronco, possibilitando o tratamento de inúmeros animais de todo o país…

Muitos donos de animais desconhecem o tratamento com as células-tronco, que além de inovador tem baixo custo e altos índices de êxito depois de aplicadas as primeiras doses. Segundo Nance Nardi, bióloga, doutora em imunologia e diretora científica da CellVet Medicina Veterinária Regenerativa, o tratamento celular pode resultar na cura integral do paciente, permitindo não apenas o alívio da dor, mas a volta da alegria de viver do animal. “Em seis anos de atuação, já atendemos mais de 300 animais e destes, cerca de 80% apresentaram melhoras”, diz Nance.

A medicina veterinária regenerativa, que está capacitada no tratamento de lesões e outras doenças, mostra-se cada vez mais avançada e hoje oferece tratamentos eficazes para doenças que antes deixavam sequelas ou podiam levar à morte os animais afetados. A terapia com células-tronco aproveita a capacidade do próprio corpo de regenerar-se de maneira saudável e natural.

As células-tronco adultas encontram-se em todos os animais e podem ser utilizadas para manter e reparar o tecido danificado. Retiradas principalmente do tecido adiposo do animal, as células-tronco tem forte capacidade de regeneração e qualquer bicho é apto a recebe-las, contanto que retiradas de um animais da mesma espécie. As aplicações são feitas por doses, a primeira custa R$ 700,00 e as seguintes, se necessárias, custam R$ 450,00. A grande maioria dos animais já apresentam melhora considerável com a primeira dose.

Porto Alegre é a segunda capital do Brasil a contar com um banco de células-tronco para tratamento celular de animais, operante desde 2010.  A estimativa é que o tratamento com células-tronco já tenha curado mais de 20 mil animais em todo o mundo e a perspectiva é de que esse número siga crescendo. Para Nance Nardi, o conhecimento acerca desta opção de medicina é a grande chave para ampliar cada vez mais a procura pelo tratamento celular entre os donos de animais. “Acredito na popularização do tratamento com células-tronco. Quanto mais as pessoas se informam acerca do resultado e dos efeitos a curto prazo, mais se interessam e consideram a terapia celular como primeira opção de cura para seus animais”, aponta Nance.

A CellVet trata e fornece células-tronco para uso de veterinários credenciados. Na sede, em Porto Alegre, mantém um banco de células-tronco, congeladas para uso em diferentes enfermidades. A empresa também oferece cursos para profissionais que desejam utilizar a terapia celular para tratar os pacientes, principalmente cães, gatos e equinos.

Insuficiência renal crônica em PETS pode ser tratada com células-tronco

Tratamento inovador tem beneficiado muitos animais em todo país

O sofrimento de cães e gatos com insuficiência renal crônica pode ser aliviado rapidamente e de forma indolor com o tratamento à base de células-tronco. Conforme a Diretora Científica da CellVet Medicina Veterinária Regenerativa, a bióloga e doutora em Imunologia Nance Nardi, a terapia não oferece riscos à saúde do animal e tem se mostrado muito eficiente. A dose de células-tronco custa R 700,00 e esse valor, somado ao preço do veterinário que estiver tratando o animal, reflete em custo muito menor do que a maioria das pessoas pensam que sairia o tratamento. A maioria dos animais apresentam melhora considerável já com a primeira dose.

Para Preta, cachorro popularmente conhecido como vira-lata, que foi tratado logo que os primeiros sintomas apareceram, a terapia celular foi eficaz, relata o veterinário Ricardo Zanatta. O animal passou por apenas uma aplicação e seu quadro clínico melhorou consideravelmente. “Antes da terapia, o paciente estava com índices de uréia, creatina e fósforo muito acima dos parâmetros normais, mas após a primeira aplicação, os indicadores caíram”, explica o veterinário Ricardo Zanatta, que tratou Preta.

 “As células-tronco têm um grande potencial de cura porque agem repondo os tecidos do organismo”, explica Nance. “A terapia é feita com material celular coletado do próprio animal ou de outro da mesma espécie. Após tratadas, essas células são injetadas por via endovenosa e logo começam a agir”, completa.

Nance ressalta ainda que o resultado do tratamento varia de acordo com a doença e as condições do paciente, quanto mais jovem e em grau menos avançado da doença, maiores as chances de recuperação. A quantidade de aplicações também varia de acordo com o quadro clínico do animal, mas a melhora na qualidade de vida é percebida logo após a primeira aplicação.

VERDADES E MITOS SOBRE O TRATAMENTO COM CÉLULAS-TRONCO EM ANIMAIS

Você sabia que não há qualquer risco no tratamento realizado com células-tronco em pets e equinos ? Que os benefícios são percebidos em até 24 horas depois de administrada a primeira dose das células? Que o tratamento é acessível financeiramente?

A terapia com células-tronco é uma alternativa para curar animais de estimação e equinos de doenças articulares, ósseas, tendíneas e renais, além de estar em estudo sua eficácia para o tratamento de doenças neurológicas, imunológicas, cardíacas e lesões nas córneas. Mas atenção! O tratamento revolucionário que já curou mais de 20 mil animais em todo o mundo está repleto de mitos e verdades, frutos das dúvidas que as pessoas ainda têm a respeito de seu funcionamento. A bióloga, doutora em imunologia e diretora científica da CellVet Medicina Veterinária Regenerativa, Nance Nardi, revela quais são as principais verdades e mitos relacionados à terapia celular.
Antes, uma revisão: a terapia à base de células-tronco consiste na injeção de células retiradas da medula óssea, polpa dos dentes ou do tecido adiposo do próprio animal que está em tratamento. Para realizar o tratamento, existe também a opção de usar o material de um banco de células-tronco. Porto Alegre é a segunda capital brasileira a possuir um banco de células-tronco especializado no tratamento celular animal de diversas doenças.
É VERDADE! As células-tronco agem no organismo promovendo a reposição de tecidos do corpo e também podem ser usadas para recuperar o animal de uma lesão por trauma ou doença;
É MITO! Todos os animais podem usar a terapia celular.
Não, segundo Nance Nardi, cada caso deve ser avaliado pelo veterinário, que indicará o melhor tratamento.
É VERDADE! A capacidade de cura das células-tronco é maior para doenças que afetam articulações, ossos, tendões e cartilagens;
É VERDADE! Não há qualquer risco no tratamento, quando realizado de modo correto;
É MITO! O tratamento é muito caro.
Não, os valores do tratamento variam de R$ 450,00 a R$ 1200,00, dependendo da gravidade do caso e da quantidade de aplicações das células. Em grande parte dos casos, os animais já apresentam melhora considerável e até cura integral com a primeira dose da aplicação.
É VERDADE! As células-tronco mesenquimais (CTMs), presentes em indivíduos adultos e que podem ser usadas para sua própria recuperação, podem ser coletadas da medula óssea, polpa dos dentes ou do tecido adiposo. Estas são as células que têm maior potencial de cura para doenças não hematológicas (aquelas que não afetam células sanguíneas) porque apresentam grande capacidade de auto-renovação, diferenciação em múltiplos tipos de células e produção de fatores de regeneração;
É VERDADE! As únicas duas situações em que não se deve usar células-tronco são em presença de câncer ou de infecção ativa;
É MITO! O pet submetido a tratamento de células-tronco vai ficar internado muitos dias.
Não, na verdade, a aplicação é feita em minutos e o paciente pode voltar para casa logo depois do procedimento.
É VERDADE! Os resultados do tratamento dependem de vários fatores, e os mais importantes são a idade do paciente (quanto mais jovem, maior o benefício das células-tronco) e a gravidade da doença;
É VERDADE! As células podem ser do próprio paciente ou de outro animal da mesma espécie, pois não há reação nenhuma de rejeição;
É VERDADE! Células frescas, recém-coletadas da medula óssea ou do tecido adiposo, ou células cultivadas, aquelas de banco de células, têm a mesma eficiência de reparo;
É MITO! As células-tronco podem curar qualquer tipo de doença.
Não. De acordo com a especialista Nance Nardi, o fato de um animal responder bem ao tratamento não significa que as células possam curar todos os pacientes que apresentam aquele mesmo quadro. “Para que isto seja cientificamente aceito, é necessário estudar um certo número de pacientes semelhantes, tratados com as células-tronco, e comparar os resultados com um grupo de pacientes-controle, ou seja, aqueles não tratados com as células”, explica.
É VERDADE! Em alguns casos pode ser necessário reaplicar periodicamente as células-tronco. Isso acontece, por exemplo, quando a causa da doença persiste, por uma tendência genética;
É VERDADE! Está em estudo o potencial de reparo das células-tronco para outros tecidos, abrangendo outros tipos de doenças que acometem, por exemplo, o tecido nervoso;
É VERDADE! Doenças hematológicas (leucemias, anemias) podem ser tratadas com transplante de medula óssea, onde a célula-tronco hematopoiética age.

Diante de tantos mitos e verdades, a especialista Nance Nardi, afirma que a melhor alternativa é levar o animal a uma clínica especializada para que o caso seja avaliado. “A terapia celular pode ser usada em uma variedade de situações, mas só um veterinário especializado nesse tipo de tratamento pode indicar o que é melhor para cada paciente”, afirma Nance.

Apoio

Rua da Várzea, 22 - Jardim São Pedro
Porto Alegre - RS
(51) 3109-5223